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O renascimento dos chips nos EUA: por que o boom dos semicondutores está apenas começando

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 23 de agosto de 2025

Com apoio de IA

Resumo

  1. O renascimento dos semicondutores EUA impulsiona a fabricação de chips nos EUA com impacto do apoio do governo dos EUA.
  2. A demanda por equipamentos para semicondutores e materiais para fabricação de chips gera oportunidade de investimento.
  3. Grandes clientes como Texas Instruments Apple e empresas como Intel reforçam estabilidade na indústria de semicondutores.
  4. Para brasileiros, diversificação via ETFs, BDRs ou fundos explica como investir em semicondutores nos EUA aplicando do Brasil.

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O renascimento dos chips nos EUA: por que o boom dos semicondutores está apenas começando

Um movimento discreto, mas de grande impacto, está redesenhando a geografia da tecnologia global. A decisão de empresas como a Texas Instruments de abrir fábricas nos Estados Unidos — para atender clientes que incluem a Apple — não é apenas uma notícia corporativa. É o início de uma mudança estrutural na cadeia de suprimentos de semicondutores. Vamos aos fatos e às implicações para quem busca oportunidades de investimento.

Por que isso importa? Segurança de fornecimento e geopolítica. Empresas de tecnologia querem reduzir a dependência de complexas cadeias asiáticas, impulsionadas por riscos políticos e porchoques logísticos. A resposta foi estímulo governamental nos EUA e compromissos privados de grande porte. O briefing citou um compromisso da ordem de dezenas de bilhões (o documento menciona cerca de £60 bilhões, equivalente a aproximadamente US$75 bilhões, ou cerca de R$390 bilhões a preços correntes, valores aproximados). Isso sinaliza que não se trata de iniciativas pontuais, mas de apostas de longo prazo em capacidade doméstica.

H2: cadeia de fornecedores: onde está a oportunidade

O investimento não se limita às fábricas de chips. Fornecedores de equipamentos — máquinas de litografia, sistemas de teste e montagem — e produtores de materiais ultrapurificados (gases, químicos, wafers) vão receber demanda crescente. Pense na cadeia como uma orquestra: sem instrumentos (equipamentos) e sem insumos de alta qualidade (materiais), a fábrica não toca.

Grandes clientes exercem papel similar ao de âncoras. Quando a Apple exige fornecedores domésticos, ela cria demanda sustentada e previsível. Isso reduz o risco para quem fabrica equipamentos e para quem investe em capacidade complementar. Ao mesmo tempo, o apoio maciço do governo dos EUA — em forma de subsídios, créditos e pesquisa — mitiga parte do risco inicial e torna projetos de grande escala mais viáveis.

H2: riscos e limites da euforia

Isso significa que tudo são flores? Não. Fabricar chips exige bilhões em CAPEX. A entrada em escala é cara e demorada. O setor é cíclico; ciclos de oferta e demanda podem gerar capacidade ociosa e pressionar margens. Concorrentes asiáticos, com vantagens de escala e cadeia já estabelecida, podem reagir reduzindo preços ou ampliando inovação tecnológica, pressionando players americanos.

Há ainda risco regulatório e político. Mudanças em incentivos, tarifas ou políticas comerciais podem alterar a atratividade dos investimentos. Para o investidor brasileiro, soma-se o risco cambial e a necessidade de entender regras sobre investimentos no exterior, tributação sobre ganhos de capital e IOF na remessa de recursos.

H2: como olhar para investir (com prudência)

A abordagem mais sensata para investidores de varejo é a diversificação dentro do ecossistema, não a aposta num “unicórnio”. Em vez de tentar escolher o único fabricante vencedor, considere exposição a fornecedores de equipamentos, produtores de materiais e, complementarmente, fabricantes estabelecidos como Texas Instruments (TXN), Intel (INTC) e grandes clientes como Apple (AAPL), cujas decisões de compra geram demanda estável.

Para brasileiros, o acesso pode vir por ETFs setoriais e temáticos, BDRs ou fundos globais oferecidos por corretoras que operam com B3 e acesso aos mercados internacionais. Lembre-se: há imposto sobre ganho de capital, obrigações de declaração e custos de câmbio e IOF. Consulte seu assessor fiscal antes de operar.

Conclusão

O onshoring da fabricação de semicondutores nos EUA é uma mudança estrutural com potencial para alimentar uma cadeia de demanda ampla — desde máquinas de litografia até gases ultrapurificados. O apoio governamental reduz parte do risco, mas a necessidade de CAPEX bilionário, a ciclicidade do setor e a reação de concorrentes asiáticos mantêm o investimento longe de ser isento de risco. Para o investidor brasileiro, a palavra-chave é diversificação dentro do ecossistema e atenção a custos e tributos.

Leia também: O renascimento dos chips nos EUA: por que o boom dos semicondutores está apenas começando

Aviso: este texto é informativo e não constitui recomendação personalizada. Investimentos envolvem riscos; verifique tributação aplicável e, se necessário, consulte um profissional.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Há um movimento significativo de onshoring da fabricação de semicondutores nos EUA, motivado por preocupações com a segurança da cadeia de suprimentos e tensões geopolíticas.
  • A Texas Instruments anunciou um compromisso de aproximadamente £60 bilhões em produção doméstica, sinalizando uma tendência mais ampla de investimento em capacidade local.
  • O governo dos EUA oferece apoio robusto por meio de políticas, financiamento para pesquisa e investimentos em infraestrutura, reduzindo parte do risco para investidores.
  • A oportunidade se estende além dos fabricantes de chips para fornecedores de equipamentos (máquinas de litografia, testes) e materiais (gases ultrapurificados, químicos especializados).
  • Plataformas e corretoras internacionais permitem que investidores com aportes modestos obtenham exposição ao tema via ETFs, BDRs ou fundos temáticos; é importante considerar o risco cambial.
  • Trata-se de uma mudança estrutural de longo prazo, mas sujeita a ciclos econômicos, capacidade ociosa e respostas competitivas de fabricantes asiáticos.

Empresas-Chave

  • [Apple (AAPL)]: Gigante de tecnologia cujo movimento de compra de chips de fornecedores domésticos (como a Texas Instruments) gera demanda estável por semicondutores fabricados nos EUA e incentiva integração vertical da cadeia de suprimentos.
  • [Texas Instruments (TXN)]: Fabricante de semicondutores que está investindo pesadamente em capacidade nos EUA, construindo fábricas para atender clientes como a Apple; representa um catalisador direto da expansão da produção doméstica.
  • [Intel (INTC)]: Empresa com grande presença em manufatura que busca reposicionar-se como foundry competitiva nos EUA, investindo em produção avançada e atraindo contratos de terceiros.

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Riscos Principais

  • Intensidade de capital: fábricas exigem investimentos bilionários; excesso de capacidade pode levar a perdas se a demanda desacelerar.
  • Concorrência internacional: fabricantes asiáticos podem reagir com preços mais baixos ou avanços tecnológicos que preservem sua participação de mercado.
  • Risco regulatório e político: mudanças em políticas de subsídio, tarifas ou incentivos governamentais podem alterar a atratividade do investimento.
  • Ciclicalidade do setor: semicondutores têm histórico de flutuações na demanda que impactam receitas e margens.
  • Risco cambial e acesso: investidores brasileiros enfrentam exposição ao dólar e restrições/tributação ao investir em ativos estrangeiros.

Catalisadores de Crescimento

  • Apoio governamental significativo nos EUA que reduz risco e fornece incentivos para novos projetos de manufatura.
  • Busca por segurança da cadeia de suprimentos por grandes empresas de tecnologia, criando demanda estrutural por produção doméstica.
  • Compromissos financeiros já anunciados geram efeito multiplicador, estimulando fornecedores de máquinas e materiais a aumentar capacidade.
  • Inovação em processos e equipamentos que eleva barreiras de entrada e potencialmente favorece fornecedores especializados.

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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