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A revolução radiofarmacêutica: entre a promessa e o risco de mercado

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 9 de janeiro de 2026

Com apoio de IA

Resumo

  • Impacto do IPO da Aktis Oncology: apoio da Eli Lilly valida radiofarmacêuticos como investimento em biotech.
  • Terapia radiofarmacêutica e radioterapia molecular mostram viabilidade comercial no tratamento do câncer com radiofármacos; Pluvicto Novartis blockbuster.
  • Riscos e logística: ensaios caros, meia-vida curta e desafios de logística de isótopos médicos no Brasil.
  • Como investir em radiofarmacêuticos no Brasil: diversificar entre fornecedores de isótopos médicos, fabricantes e grandes farmacêuticas.

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O sinal de partida: IPO da Aktis e validação institucional

O IPO da Aktis Oncology, em dezembro de 2024, reacendeu o interesse por terapias radiofarmacêuticas. A empresa levantou cerca de US$318 milhões — aproximadamente R$1,7 bilhão, assumindo US$1 = R$5,3 — e contou com a Eli Lilly como investidor âncora. Isso não é apenas capital; é validação institucional. Grandes farmacêuticas tendem a seguir quando percebem tecnologia com potencial clínico e comercial.

A revolução radiofarmacêutica: entre a promessa e o risco de mercado

Por que a tecnologia interessa

Radioterapias radiofarmacêuticas combinam isótopos radioativos com moléculas direcionadoras para entregar radiação diretamente às células tumorais. Em termos práticos, isso significa mais precisão e, potencialmente, menos danos a tecidos saudáveis. Novartis provou que o modelo pode ser comercialmente viável: Pluvicto, terapia para câncer de próstata, superou US$1 bilhão em vendas em 2023. O exemplo demonstra que blockbusters são possíveis.

Riscos que não podem ser subestimados

A questão que surge é: por que, então, nem todo mundo salta para esse setor? Riscos elevados explicam a hesitação. Ensaios clínicos são caros e longos; a taxa de falha é alta mesmo para candidatos promissores. A produção exige instalações especializadas e protocolos rigorosos para materiais radioativos. Além disso, muitos isótopos têm meia-vida curta, o que impõe uma cadeia logística sensível a atrasos. Reguladores como FDA e EMA têm vias aceleradas para inovação, mas a ANVISA segue critérios próprios e pode exigir estudos locais, aumentando tempo e custo para o Brasil.

Cenário brasileiro: obstáculos práticos

No Brasil, a logística complica a disseminação dessas terapias. Centros de medicina nuclear concentram-se em grandes centros urbanos; longas distâncias e infraestruturas hospitalares desiguais dificultam distribuição de isótopos. A produção local de radionuclídeos é limitada, o que torna o país dependente de importações e de um sistema de transporte rápido e refrigerado. Isso pode elevar o custo e reduzir a acessibilidade do tratamento.

Como investidores podem mitigar riscos

Diversificação é palavra de ordem. Em vez de apostar apenas em desenvolvedores clínicos, considere exposição a produtores de isótopos, fabricantes especializados, empresas de logística e grandes farmacêuticas que podem adquirir tecnologia vencedora. Priorize empresas com propriedade intelectual robusta e equipes de gestão experientes. Avalie pipelines clínicos, parcerias com players estabelecidos e capacidade de escalar produção.

Acesso para investidores de varejo

Hoje é mais fácil do que antes ter exposição ao tema. Corretoras brasileiras oferecem acesso a ações estrangeiras, BDRs e ETFs que incluem empresas do setor. Plataformas que permitem compra fracionada ampliam participação de pequenos investidores. Atenção à tributação: considere custos de câmbio, taxas de custódia e imposto sobre ganho de capital. E lembre-se: volatilidade é alta; mantenha tamanho de posição compatível com sua tolerância ao risco.

Tendências que impulsionam o setor

Fatores demográficos e científicos jogam a favor: envelhecimento populacional, limites das quimioterapias tradicionais, avanços em biologia molecular e a crescente disposição regulatória por vias aceleradas. Combinações terapêuticas com imunoterapias podem ampliar indicações e mercado endereçável.

Conclusão prática

O IPO da Aktis e o apoio da Eli Lilly sinalizam confiança institucional em radiofarmacêuticos. O potencial de retorno existe, mas não vem sem custos e complexidade. Para investidores brasileiros, a recomendação é cautela informada: exposição moderada, diversificação ao longo da cadeia de valor e due diligence rigorosa sobre IP, capacidade de produção e parcerias. Essa é uma revolução em curso — promissora, porém seletiva.

Glossário rápido

  • Isótopos: versões de um elemento com diferentes números de nêutrons.
  • Meia-vida: tempo para reduzir à metade a radioatividade de um isótopo.
  • Radiofármaco: composto que transporta um isótopo até o alvo tumoral.
  • Terapia dirigida: tratamento que foca em características moleculares do tumor.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Demanda crescente por tratamentos oncológicos mais precisos devido ao envelhecimento populacional e ao aumento da incidência de câncer.
  • Potencial de receitas elevadas para terapias eficazes (ex.: Pluvicto da Novartis gerou >US$1 bi em 2023), validando a viabilidade comercial.
  • Oportunidade para fornecedores de infraestrutura: produtores de isótopos médicos, fabricantes especializados e empresas de logística com capacidade de entrega rápida.
  • Possibilidade de combinações terapêuticas (radiofarmacêuticos + imunoterapia) que ampliam indicações e mercados endereçáveis.
  • Vias regulatórias aceleradas (ex.: autorizações condicionais ou caminhos acelerados) que podem reduzir o tempo de comercialização para terapias que atendam necessidades médicas não supridas.

Empresas-Chave

  • [Aktis Oncology (IPO — símbolo pendente)]: Empresa jovem que realizou IPO em dezembro de 2024, levantando aproximadamente US$318 milhões; a abertura de capital e o apoio da Eli Lilly sinalizam interesse institucional no campo dos radiofármacos.
  • [Eli Lilly and Company (LLY)]: Grande farmacêutica global que atuou como investidora âncora no IPO da Aktis; representa a tendência de grandes players apoiarem ou integrarem tecnologias radiofarmacêuticas às suas estratégias.
  • [Novartis (NVS)]: Empresa com sucesso comercial no segmento com Pluvicto — terapia aprovada para câncer de próstata que gerou receitas superiores a US$1 bilhão em 2023, validando o potencial de mercado.
  • [Merck & Co. (MRK)]: Grande farmacêutica com forte franquia oncológica (ex.: Keytruda) que pode explorar combinações entre imunoterapias e radiofármacos, ampliando sinergias clínicas e comerciais.

Ver a carteira completa:Radiopharma Revolution: Promise Meets Market Risk

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Riscos Principais

  • Alta taxa de falha em ensaios clínicos: candidatos promissores podem não demonstrar benefício em estudos confirmatórios.
  • Complexidade e custo de fabricação: requer instalações especializadas e protocolos de segurança para materiais radioativos.
  • Cadeia de suprimento sensível: isótopos de meia-vida curta exigem produção e distribuição rápidas; interrupções logísticas podem comprometer disponibilidade.
  • Regulação rigorosa: aprovações podem exigir evidência robusta e estudos pós-aprovação, aumentando tempo e custo até o mercado.
  • Volatilidade de mercado: preços das ações podem oscilar bruscamente em função de dados clínicos ou decisões regulatórias.
  • Riscos de segurança e responsabilidade: manuseio de radioisótopos impõe requisitos legais e operacionais adicionais.

Catalisadores de Crescimento

  • Apoio institucional e investimentos de grandes farmacêuticas (ex.: Eli Lilly no IPO da Aktis) que validam a tecnologia e atraem capital.
  • Sucesso comercial de produtos aprovados (ex.: Pluvicto) que demonstram viabilidade de receita em larga escala.
  • Avanços em biologia molecular e identificação de alvos tumorais específicos que melhoram a eficácia dos radiofármacos.
  • Vias regulatórias aceleradas para terapias que atendem necessidades médicas não supridas, potencialmente reduzindo o tempo de chegada ao mercado.
  • Domínio logístico na produção e entrega de isótopos, criando vantagem competitiva para empresas com infraestrutura eficiente.
  • Estratégias de combinação com imunoterapias e outros tratamentos que ampliam indicações e o mercado endereçável.

Análises recentes

Como investir nesta oportunidade

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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