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Liquidez no mercado privado: a iniciativa do Goldman pode sinalizar uma mudança?

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 14 de outubro de 2025

Com apoio de IA

Resumo

  1. Liquidez no mercado privado aumenta com institucionalização, abrindo oportunidades para investimento em empresas privadas.
  2. Mercado secundário venture capital cresce, oferecendo alternativas para transformar participações em liquidez.
  3. Fundos alternativos e BDC financiamento sustentam operações, mas precificação e compliance são essenciais.
  4. Plataformas de investimento fracionado ampliam acesso; saiba como investir em empresas privadas no Brasil.

Liquidez no mercado privado: a iniciativa do Goldman pode sinalizar uma mudança?

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Um sinal de institucionalização

A compra da Industry Ventures por quase US$1 bilhão pelo Goldman Sachs não foi apenas mais uma transação entre gigantes. Foi um carimbo de validação para o mercado secundário de venture capital. Isso significa que comprar e vender participações em empresas privadas deixou de ser atividade de nicho para se tornar infraestrutura financeira — com demanda por produtos, tecnologia e regulação adequada.

Vamos aos fatos: empresas permanecem privadas por períodos muito mais longos do que antes. O resultado é previsível. Se não há IPOs nem aquisições rápidas, acionistas iniciais, fundos e funcionários com equity precisam de alternativas para transformar participação em liquidez. O mercado secundário responde a essa necessidade.

Quem ganha com essa transição?

Gestores de ativos estabelecidos já se movimentam. BlackRock ampliou capacidades em alternativas; Goldman, além da Industry Ventures, tem veículos como o GSBD — estruturado para financiar empresas privadas em estágio avançado. Fundos de crédito especializados, como o exemplo do Blackstone Secured Lending Fund (BXSL), oferecem empréstimos garantidos que evitam diluição dos sócios e sustentam crescimento.

Isso cria um ecossistema: por um lado, gestores com escala e compliance; por outro, plataformas tecnológicas que facilitam transações, cálculo de preço e gestão de carteiras. Serviços de precificação, bases de dados e crédito especializado formam a espinha dorsal dessa nova infraestrutura. Há também espaço para modelos de acesso fracionado, que, na matéria original, mencionavam ofertas a partir de £1 — uma referência simbólica à possibilidade de acesso com valores muito baixos. No contexto brasileiro, plataformas podem permitir entradas a partir de algumas centenas de reais, ampliando a base de investidores, embora restrições regulatórias e limites de elegibilidade (qualificação) sejam barreiras reais.

O que muda para o investidor brasileiro?

A oportunidade é clara: exposição a empresas que podem crescer fora do radar do mercado público. Mas a questão que surge é esta: por que não comprar ações na bolsa? Porque ativos privados oferecem diferenças de retorno e risco, como menores correlações e potencial de valorização, mas também apresentam maior iliquidez e opacidade.

No Brasil, estruturas como FIPs e fundos fechados desempenham papel semelhante aos BDCs americanos, embora regulação, prazos e transparência variem. Investidores de varejo precisam avaliar se têm horizonte e apetite para suportar períodos longos sem liquidez. Consultores e gestores de patrimônio terão papel chave ao montar alocações adequadas.

Riscos e limitações

Importante destacar riscos concretos: baixa liquidez, avaliações subjetivas, custos de transação elevados e opacidade de preços. Além disso, há risco regulatório — mudanças nas regras que regem fundos alternativos podem alterar a atratividade desses investimentos. Sensibilidade a ciclos econômicos também é crítica: quedas no mercado público tendem a reverberar nas avaliações privadas com alguma defasagem. E lembre-se: concentração em poucos ativos pode amplificar perdas.

Portanto, apesar do apelo, não há garantias de retorno. Qualquer alocação deve respeitar perfil do investidor e adequação regulamentar.

Conclusão: oportunidade de mercado, disciplina necessária

A iniciativa do Goldman simboliza uma tendência estrutural. Institucionalização cria demanda por liquidez e abre oportunidades para gestores, plataformas tecnológicas e provedores de serviços financeiros. Porém, transformar essa demanda em benefício para investidores exige disciplina: due diligence rigorosa, governança transparente, gestão de risco e clareza sobre liquidez.

A pergunta final é prática: você está preparado para ter parte do seu portfólio em ativos que podem levar anos até se tornarem líquidos? Se a resposta for sim, há um mercado em expansão a ser explorado. Se não, melhor aguardar soluções mais líquidas e transparentes. Este texto não constitui recomendação personalizada; procure seu assessor ou consultor antes de tomar decisões.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Crescimento acelerado do mercado secundário de private equity e venture capital, impulsionado por empresas que permanecem privadas por mais tempo.
  • Demanda por soluções de liquidez para fundos, investidores iniciais e funcionários com participação acionária que não querem esperar por IPOs ou aquisições.
  • Institucionalização do mercado cria espaço para gestores de ativos, plataformas tecnológicas e provedores de serviços (precificação, dados, compliance) capturarem receitas recorrentes.
  • Veículos de crédito especializados (por exemplo, fundos de empréstimos garantidos) oferecem alternativas de financiamento às empresas privadas, reduzindo diluição acionária e suportando crescimento.
  • A tendência de oferecer frações a partir de valores baixos pode democratizar o acesso a ativos privados, ampliando a base de investidores.

Empresas-Chave

  • Goldman Sachs (GS): Banco de investimento global que adquiriu a Industry Ventures por quase US$1 bilhão, sinalizando foco estratégico no mercado secundário de venture capital e na construção de infraestrutura para ativos privados.
  • Industry Ventures (Privada): Plataforma pioneira no mercado secundário de venture capital, especializada na compra e venda de participações em empresas privadas e fundos; atuou como alvo estratégico para consolidação do setor.
  • BlackRock, Inc. (BLK): Maior gestora de ativos do mundo, expandindo capacidades em investimentos alternativos para atender à crescente demanda institucional por exposição a mercados privados.
  • Goldman Sachs BDC, Inc. (GSBD): Business Development Company que fornece capital para empresas de médio porte; posicionada para beneficiar-se do aumento da demanda por financiamento de empresas privadas que permanecem fora do mercado público por mais tempo.
  • Blackstone Secured Lending Fund (BXSL): Fundo especializado em empréstimos garantidos que exemplifica a infraestrutura de crédito para empresas privadas, permitindo crescimento sem diluição acionária significativa.

Ver a carteira completa:Private Market Liquidity: Could Goldman's Move Signal?

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Riscos Principais

  • Baixa liquidez: ativos privados não podem ser vendidos rapidamente sem potencial desconto significativo.
  • Avaliações subjetivas e voláteis: a precificação de empresas privadas depende de metodologias e dados limitados.
  • Opacidade e custos de transação: o mercado secundário pode ter preços não transparentes e taxas mais altas que mercados públicos.
  • Risco regulatório: mudanças nas regras que regem BDCs, fundos alternativos ou acesso de investidores de varejo podem afetar a atratividade.
  • Sensibilidade a ciclos econômicos: quedas em mercados públicos tendem a repercutir nas avaliações privadas com defasagem.
  • Risco de concentração e seleção: concentração em poucos ativos ou fundos pode amplificar perdas em casos de falhas.

Catalisadores de Crescimento

  • Empresas permanecendo privadas por períodos mais longos, criando necessidade estrutural por soluções de liquidez.
  • Institucionalização do mercado secundário, com grandes players oferecendo escala, distribuição e compliance.
  • Desenvolvimento de plataformas tecnológicas que facilitam negociação, precificação e gestão de ativos privados.
  • Maior alocação de capital por gestores institucionais a alternativas e private markets.
  • Produtos de acesso fracionado e plataformas de varejo que democratizam a exposição a ativos privados.

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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