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O poder duradouro do motor de combustão interna

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 9 de janeiro de 2026

Com apoio de IA

Resumo

  • Baixa da GM sinaliza recálculo da eletrificação e impacto em ações automotivas e expectativas de mercado.
  • Motores de combustão interna mantêm demanda, criando oportunidades para investir em ações de motores de combustão interna no Brasil.
  • Mercado de aftermarket automotivo e peças de reposição geram receitas recorrentes, favorecendo fornecedores de powertrain e oportunidade contrarian automotivo.
  • Para investimento em montadoras, priorize balanços sólidos e dividendos, monitorando Toyota híbridos estratégia e Ford F-150 lucro.

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Contexto: a baixa da GM e o recálculo da eletrificação

A recente baixa contábil de £5,6 bilhões registrada pela General Motors para sua estratégia de veículos elétricos acendeu um alerta prudente para investidores. Para ler o argumento central com nuance, consulte O poder duradouro do motor de combustão interna. Isso significa, em linhas gerais, que a transição para EVs pode ser mais gradual do que o mercado havia precificado.

Vamos aos fatos. A baixa da GM (aproximadamente R$ 40 bilhões na cotação corrente) sinaliza duas coisas: primeiro, que projeções otimistas sobre velocidade de adoção e retornos de escala podem exigir revisão; segundo, que ativos e fluxos de caixa ligados ao motor de combustão interna (ICE) permanecem relevantes por mais tempo. A questão que surge é: onde estão as oportunidades de investimento neste cenário de recalibração?

Por que montadoras tradicionais permanecem relevantes

Montadoras consolidadas — GM, Ford e Toyota, entre outras — ainda geram caixa material com pick-ups e SUVs, segmentos de alta margem. Nos EUA, a frota registrada ultrapassa 280 milhões de veículos, com cerca de 95% movidos a combustíveis fósseis; no Brasil, a frota soma algo em torno de 50 milhões de veículos, com penetração de EVs ainda baixa. Isso significa demanda sustentada por veículos ICE em mercados emergentes, onde infraestrutura de recarga e incentivos governamentais avançam mais lentamente.

Fabricantes como Toyota adotaram uma postura pluritecnológica, priorizando híbridos e mantendo eficiência em motores a combustão. Ford e GM continuam a monetizar linhas de produtos tradicionais enquanto investem em elétricos. Em outras palavras: estender ciclos de vida de modelos e extrair caixa imediato é uma opção racional.

O papel do aftermarket e dos fornecedores de powertrain

Quanto mais tempo os consumidores mantiverem carros a combustão, maior será a necessidade de manutenção, peças de reposição e serviços. O mercado de aftermarket no Brasil é robusto — oficinas independentes, centros de peças e redes autorizadas sustentam receitas recorrentes. Fornecedoras especializadas em componentes de powertrain podem evitar custos de retooling massivos e capturar demanda estendida.

Isso cria um universo de empresas potencialmente subavaliadas. Muitos investidores descartaram ativos da cadeia ICE na narrativa pró‑EV, comprimindo múltiplos de valuation. Uma reavaliação relativa pode gerar ganhos atrativos para quem adotar uma abordagem contrarian, com foco em fluxo de caixa e dividendos.

Riscos e limitações do trade

Claro que há riscos relevantes. Pressões regulatórias por emissões, avanços na tecnologia de baterias e melhorias na infraestrutura de recarga podem acelerar a migração para EVs e corroer rapidamente a vantagem da base ICE. Há também o risco de má alocação de capital nas próprias montadoras, que precisam conciliar investimentos em plataformas distintas.

No Brasil, políticas públicas e incentivos ainda são incipientes em comparação com Europa e China, mas podem evoluir. Investidores precisam monitorar mudanças regulatórias e custos de matérias‑primas que impactam margens.

Estratégia racional para investidores

Para perfis conservadores a moderados que buscam oportunidades contrarian, a tese é clara: avaliar empresas com fluxo de caixa resiliente no segmento ICE, fornecedores com especialização e players do aftermarket que beneficiem da maior retenção de veículos. Priorize empresas com balanços sólidos, geração de caixa consistente e histórico de distribuição de dividendos.

Isso não é recomendação personalizada. Há risco de perda de capital e volatilidade. A tese supõe uma transição gradual e está condicionada a cenários macro e tecnológicos.

Conclusão

A baixa contábil da GM mais do que um evento contábil é um sinal para recalibrar expectativas sobre a velocidade da eletrificação. Enquanto o mundo avança em direção a EVs, o motor de combustão interna mantém poder econômico e gera oportunidades — especialmente em montadoras tradicionais, fornecedores de powertrain e no amplo mercado de peças e serviços. Uma visão contrária, baseada em fluxo de caixa e análise de risco, pode revelar ativos subavaliados com potencial de retorno relativo.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Grande base instalada de veículos com motor de combustão interna (ICE): nos EUA há cerca de 280 milhões de veículos registrados, com aproximadamente 95% movidos a combustíveis fósseis — tendência semelhante em muitos mercados emergentes.
  • Crescimento do mercado de aftermarket e serviços de manutenção conforme consumidores retêm veículos por mais tempo devido à incerteza econômica e à adoção mais lenta de veículos elétricos (EVs).
  • Fornecedores especializados em powertrains tradicionais podem evitar custos elevados de reestruturação e capturar demanda estendida de fabricantes que adiam migrações rápidas para EVs.
  • Montadoras tradicionais continuam gerando caixa substancial com modelos de alta margem (por exemplo, picapes e SUVs), sustentando pagamento de dividendos e retorno ao acionista.
  • Mercado potencialmente subavaliado: empresas da cadeia ICE podem negociar com múltiplos baixos por terem sido descartadas pela narrativa pró-EV, criando oportunidades de compra relativa.

Empresas-Chave

  • [General Motors (GM)]: Gigante automotiva norte‑americana com fortes fluxos de caixa oriundos de caminhonetes e SUVs (ex.: Silverado, Tahoe); registrou baixa contábil relevante em sua estratégia de EVs, mas mantém operações ICE lucrativas e geradoras de caixa.
  • [Ford Motor Company (F)]: Fabricante histórico focado em veículos de alto volume e margem, notadamente a linha F‑150, que continua sendo geradora importante de lucro; apesar dos investimentos em EVs (ex.: F‑150 Lightning), a versão a combustão permanece essencial para os resultados.
  • [Toyota Motor Corporation (TM)]: Aposta precoce em híbridos e estratégia pluritecnológica, preservando eficiência dos motores a combustão e reduzindo o risco de transição abrupta; posicionamento conservador visto como vantagem competitiva.

Ver a carteira completa:Internal Combustion Engine Stocks (ICE Resurgence)

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Riscos Principais

  • Pressões regulatórias e metas governamentais agressivas por eletrificação que podem acelerar a adoção de EVs além das expectativas atuais.
  • Avanços tecnológicos ou redução rápida no custo de baterias que tornam EVs mais atrativos e diminuem a vantagem da base ICE.
  • Má alocação de capital por parte de montadoras e fornecedores que tentam conciliar investimentos em ICE e EV simultaneamente.
  • Mudança rápida nas preferências dos consumidores caso a infraestrutura de recarga e os incentivos melhorem substancialmente.
  • Riscos macroeconômicos (recessão, inflação, aumento do custo de matérias‑primas) que afetam vendas e margens do setor automotivo.

Catalisadores de Crescimento

  • Extensão dos ciclos de vida dos modelos a combustão enquanto a adoção de EVs desacelera.
  • Aumento da demanda por peças, manutenção e serviços de aftermarket à medida que consumidores mantêm veículos por mais tempo.
  • Reavaliação do mercado e correção de valuations que reconheçam o fluxo de caixa resiliente das operações ICE.
  • Preferência continuada por veículos a combustão em mercados emergentes devido a limitações na infraestrutura de carregamento.
  • Vantagem competitiva de fabricantes com portfólios pluritecnológicos (combustão, híbrido, elétrico) capazes de atender diferentes segmentos.

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Perguntas frequentes

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