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Destaques da estagflação: os investimentos defensivos que prosperam enquanto os mercados tropeçam.

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 25 de julho de 2025

Com apoio de IA

Resumo

  1. Estagflação aumenta apelo por ativos defensivos como bens de consumo essenciais, saúde e utilidades para preservar receitas.
  2. Ações defensivas em varejo de desconto (Assaí, Atacadão, Costco, Walmart) beneficiam com trade-down dos consumidores.
  3. Ouro como hedge via fundos de ouro e ETFs protege poder de compra, atenção ao risco cambial no Brasil.
  4. Proteção de carteira envolve priorizar preservação de capital, estabilidade de caixa e revisão ativa da alocação.

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Um risco que exige atenção

A combinação de crescimento fraco com inflação persistente — estagflação — saiu do campo das hipóteses acadêmicas e entrou na agenda dos gestores. Vamos aos fatos: autoridades monetárias, incluindo o Federal Reserve, revisaram para cima suas projeções de inflação e reduziram expectativas de crescimento para 2025. O Banco Central do Brasil observa sinais semelhantes em seus relatórios. Isso significa que cenários de baixo crescimento com preços ainda pressionados ganharam plausibilidade, e os investidores precisam reagir.

Destaques da estagflação: os investimentos defensivos que prosperam enquanto os mercados tropeçam

Por que adotar postura defensiva

Que ativos funcionam melhor quando o mercado tropeça? Ativos defensivos — setores essenciais como bens de consumo, saúde e utilidades — tendem a preservar receitas mesmo em queda da atividade. Paralelamente, o ouro continua a ser visto como hedge contra perda de poder de compra. Em 2025, uma seleção de ativos defensivos subiu mais de 3% enquanto o S&P 500 recuou mais de 4%, mostrando preferência clara por proteção em momentos de stress.

A lógica é simples. Empresas que vendem itens essenciais ou serviços de saúde mantêm fluxo de caixa mais estável. Isso ajuda a mitigar quedas bruscas no preço das ações. Já o ouro não paga dividendos, mas historicamente protege valor em ambientes inflacionários; nos anos 1970 o metal chegou a subir de US$35 para mais de US$800 por onça até 1980 — ganho expressivo em termos nominais, que no caso de investidores brasileiros precisa ser visto à luz da variação do câmbio.

Setores e nomes a observar

No varejo, o fenômeno do "trade-down" — consumidores migrando para opções mais baratas — favorece redes de atacarejo e desconto. Nos Estados Unidos, exemplos como Costco (COST) e Walmart (WMT) ilustram esse poder de atração. No Brasil, Assaí, Atacadão (via Carrefour Brasil/GPA) são equivalentes claros: escala, eficiência logística e política de preços que preservam margens mesmo em aperto.

Saúde e utilidades fecham o tripé defensivo. Empresas com receitas recorrentes, contratos longos e poder de repasse conseguem segurar margens quando custos sobem. Para o investidor que busca proteção, priorizar preservação de capital e estabilidade de caixa é mais realista do que perseguir retornos explosivos.

Como o ouro entra na estratégia

O ETF Gold Shares SPDR (GLD) é o maior veículo de exposição ao ouro e costuma ser referência para quem busca proteção contra inflação. Atenção: exposição direta a GLD ou outros fundos internacionais envolve risco cambial e demanda acesso a mercados externos — alternativa é procurar ETFs e fundos de ouro negociados na B3.

Riscos e contrapartidas

Investir defensivamente não é isento de risco. O ouro pode ser altamente volátil e não gera fluxo de caixa. Empresas defensivas enfrentam pressões regulatórias, concorrência e risco operacional. Além disso, se a economia surpreender positivamente e a inflação recuar, ativos defensivos podem perder para ações de crescimento e setores cíclicos.

A questão que surge é: qual o objetivo da carteira? Se a prioridade for preservar capital e reduzir volatilidade em cenários adversos, uma alocação a bens de consumo essenciais, saúde, utilidades e uma parcela em ouro tem sentido. Se o objetivo for maximizar retorno em um ciclo de recuperação, essa mesma proteção pode limitar ganhos.

Considerações finais

Portanto, em um contexto em que bancos centrais revisam expectativas e o risco de estagflação cresce, considerar uma postura defensiva é prudente. Mas prudência não é sinônimo de passividade: exige seleção cuidadosa, atenção ao custo cambial e disciplina para revisar posições caso o ciclo econômico mude.

Aviso: este texto tem caráter informativo e não constitui recomendação personalizada. Investimentos envolvem riscos e podem gerar perdas. Consulte seu assessor antes de tomar decisões.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Em 2025, uma seleção de ativos defensivos registrou alta superior a 3% enquanto o S&P 500 recuou mais de 4%, evidenciando preferência por proteção em momentos de estresse de mercado.
  • O Federal Reserve reduziu suas expectativas de crescimento para 2025 e aumentou projeções de inflação, criando um cenário favorável a ativos resistentes à inflação e com fluxo de caixa estável.
  • Historicamente, durante a estagflação dos anos 1970, o ouro subiu de US$35 por onça para mais de US$800 até 1980 — um exemplo clássico de proteção de valor em períodos de alta inflação (considerar impacto cambial ao converter para BRL).

Empresas-Chave

  • Gold Shares SPDR (GLD): Maior ETF de ouro do mundo, projetado para refletir o preço do ouro e atuar como hedge contra perda de poder de compra; não paga dividendos, pode apresentar alta volatilidade no curto prazo; historicamente funciona como proteção em cenários inflacionários e de perda de confiança em moedas; ativos sob gestão (AUM) elevados.
  • Costco Wholesale (COST): Rede de atacarejo baseada em modelo de assinatura que gera receita recorrente; foco em compras em grandes volumes e preços competitivos atrai consumidores sensíveis a preço; demonstra poder de precificação, eficiência logística e margens resilientes.
  • Wal‑Mart Stores Inc. (WMT): Maior varejista global posicionada como loja de descontos; beneficia-se do trade-down em recessões ou aperto de renda; escala operacional e eficiência da cadeia ajudam a proteger margens em ambientes inflacionários.

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Riscos Principais

  • Investimento em ativos defensivos não é isento de risco: empresas defensivas ainda enfrentam pressões regulatórias, concorrência e riscos operacionais.
  • Ouro pode ser altamente volátil e não gera fluxo de caixa nem dividendos, o que reduz o retorno total em horizontes curtos.
  • Se a economia acelerar e a inflação moderar, ativos defensivos podem ficar abaixo do desempenho de ações de crescimento e outros ativos cíclicos.
  • Exposição a ETFs internacionais implica risco cambial e possíveis limitações de acesso para investidores que operam apenas na B3.

Catalisadores de Crescimento

  • Persistência da inflação combinada com crescimento estagnado favorece ativos defensivos e o ouro como proteção.
  • Setores de bens essenciais (consumo) e saúde tendem a manter receitas mais estáveis independentemente do ciclo econômico.
  • Empresas com poder de precificação conseguem repassar custos aos consumidores, preservando margens durante períodos de alta de preços.

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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