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Política de juros do Fed para 2025: por que as ações resistentes à inflação podem ter um desempenho superior

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 22 de agosto de 2025

Com apoio de IA

Resumo

  1. Fed política de juros 2025 indica taxas mais altas; ações resistentes à inflação tendem a preservar margens.
  2. Poder de precificação protege margens; prefira empresas com baixo endividamento em setores essenciais.
  3. Como investir em ações resistentes à inflação no Brasil: Tesouro IPCA, ETFs proteção inflação e frações de ações.
  4. Riscos incluem regulação, valorizações elevadas e flutuação cambial; adote estratégias defensivas para 2025 com política do Fed.

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Política de juros do Fed para 2025: por que as ações resistentes à inflação podem ter um desempenho superior

O Federal Reserve deixou claro que a prioridade para 2025 é combater a inflação, mesmo que isso signifique manter taxas de juros elevadas por mais tempo. Vamos aos fatos: juros reais mais altos tendem a pressionar empresas altamente alavancadas e setores sensíveis ao ciclo. Isso significa que, em um cenário de aperto prolongado, ações com poder de precificação, baixo nível de endividamento e oferta de bens ou serviços essenciais têm maior probabilidade de preservar margens e superar o mercado. Para um mergulho prático nessa tese, veja o artigo: Política de juros do Fed para 2025: por que as ações resistentes à inflação podem ter um desempenho superior.

Por que essas empresas se destacam

Empresas com poder de precificação conseguem repassar aumentos de custos aos clientes sem perda significativa de volume. É o caso de utilities bem posicionadas, redes de farmácias com capilaridade ou provedores de software empresarial que entregam serviços críticos. Em reais termos, negócios que mantêm margem operacional conseguem conservar lucro mesmo com inflação alta. Negócios com baixo nível de endividamento, por sua vez, sofrem menos com a alta do custo do crédito. Pagamentos de juros crescentes corroem caixa; portanto, balanços conservadores oferecem resiliência e flexibilidade estratégica.

Fornecedores de bens e serviços essenciais normalmente enfrentam demanda mais estável em momentos de aperto econômico. A lógica é simples: água, energia, medicamentos e soluções críticas de TI continuam demandadas mesmo quando o consumo discricionário cai. A resistência da receita reduz a volatilidade dos resultados e dá suporte ao preço das ações.

Como acessar essa tese no Brasil

Investidores brasileiros podem combinar instrumentos locais e internacionais. No núcleo conservador da carteira, o Tesouro IPCA protege poder de compra nominal. Como complemento, ETFs e fundos que replicam temas ligados à inflação ou à volatilidade das taxas oferecem exposição direta sem concentração em uma única empresa. Exemplos internacionais que ilustram a estratégia: IVOL, WIA e IRVH, que atuam com hedge contra volatilidade de juros e exposição a títulos indexados à inflação.

No Brasil, corretoras permitem comprar esses ETFs em dólares e também frações de ações, reduzindo a barreira de entrada para investidores de varejo. Além disso, há ETFs locais e fundos de renda fixa atrelados à inflação ou a índices de juros que podem cumprir função semelhante dentro da B3. Consulte sua corretora sobre disponibilidade; muitos clientes já acessam esses produtos sem sair do ambiente doméstico.

Riscos e considerações práticas

A questão que surge é: existe alguma armadilha? Sim. Empresas que repassam preços podem atrair fiscalização regulatória, especialmente em setores sensíveis no Brasil como energia e medicamentos. Mudança de orientação do Fed diante de um choque no emprego, por exemplo, pode reduzir a vantagem relativa de ativos defensivos. Valorizações já elevadas em empresas ‘seguras’ também comprimem o potencial de retorno.

Riscos adicionais incluem flutuação cambial para quem investe no exterior e choques exógenos, como interrupções na cadeia global. Por isso, a diversificação continua essencial: misture ações com títulos indexados (Tesouro IPCA), fundos de crédito conservador e ETFs temáticos. Ajuste a alocação ao seu horizonte e tolerância ao risco: investidores conservadores podem priorizar renda fixa indexada à inflação; moderados podem acrescentar ações de utilities, saúde e software.

Conclusão: ação prática

Em síntese, se o Fed sustentar uma política monetária restritiva, empresas com poder de precificação, baixo endividamento e presença em produtos essenciais tendem a ser a melhor defesa. Isso não garante retornos, mas oferece uma estratégia coerente para proteger margens e capital em 2025. Considere iniciar posições de forma escalonada, aproveitando frações de ações e ETFs, e discuta ajustes de alocação com seu assessor. Este conteúdo é informativo, não uma recomendação personalizada; riscos existem e resultados futuros dependem de cenários que podem mudar.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • O Fed prioriza o controle da inflação, indicando um período prolongado de taxas de juros elevadas; isso favorece empresas capazes de proteger margens.
  • Empresas com forte poder de precificação conseguem repassar aumentos de custo aos consumidores, preservando rentabilidade em cenários inflacionários.
  • Negócios com balanços sólidos e baixo endividamento são menos vulneráveis à pressão de pagamentos de juros e têm maior flexibilidade estratégica.
  • Fornecedores de bens e serviços essenciais tendem a apresentar demanda mais resiliente, reduzindo a volatilidade das receitas em recessões moderadas.
  • Fundos e ETFs indexados à inflação ou à volatilidade de juros oferecem uma forma prática de acessar a tese sem concentrar risco em uma única empresa.
  • A possibilidade de comprar frações de ações facilita a entrada gradual de investidores de varejo, democratizando o acesso a temas defensivos.

Empresas-Chave

  • [Quadratic Interest Rate Vltly and Infltn Hdg ETF (IVOL)]: Tecnologia central: ETF que implementa estratégias de hedge contra volatilidade das taxas de juros e inflação; Casos de uso: proteção contra movimentos abruptos de taxas e exposição a empresas resilientes; Aspectos financeiros: produto negociado em bolsa, adequado para alocação temática sem concentração em ativos individuais.
  • [Western Asset Infl-Link Sec (WIA)]: Tecnologia central: fundo de títulos indexados à inflação que ajusta o principal conforme índices de preços; Casos de uso: proteção direta contra perda de poder de compra; Aspectos financeiros: estrutura de rendimento atrelado à inflação, adequada para investidores buscando preservação do poder de compra.
  • [Global X Interest Rate Volatility & Inflation Hdg (IRVH)]: Tecnologia central: ETF focado em empresas com balanços robustos e modelos preparados para inflação e volatilidade de juros; Casos de uso: exposição temática a empresas defensivas em regimes macro desafiadores; Aspectos financeiros: veículo cotado em bolsa que permite diversificação setorial e exposição a estratégias de resiliência.

Ver a carteira completa:Fed Rate Policy 2025: Inflation-Resistant Stocks

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Riscos Principais

  • Ação regulatória: empresas que aumentam preços podem enfrentar maior escrutínio governamental ou regulatório, limitando capacidade de repassar custos.
  • Mudança de política do Fed: deterioração do mercado de trabalho ou choques macro podem levar o Fed a afrouxar a política, reduzindo a vantagem desses ativos.
  • Valuation: prêmio já embutido nos preços de empresas defensivas pode limitar o potencial de retorno futuro.
  • Risco cambial: investidores brasileiros com exposição a ativos estrangeiros ficam sujeitos à variação do câmbio BRL/USD.
  • Choques exógenos: tensões geopolíticas, interrupções na cadeia de suprimentos ou crises financeiras podem afetar negativamente até empresas resilientes.

Catalisadores de Crescimento

  • Compromisso contínuo do Fed com política monetária restritiva, sustentando juros reais mais altos por mais tempo.
  • Capacidade operacional das empresas de repassar aumentos de custo aos clientes, preservando margens e lucros.
  • Demanda estável por bens e serviços essenciais (saúde, utilidades, infraestrutura crítica, software empresarial).
  • Balanços conservadores que permitam investimentos estratégicos, aquisições de concorrentes fragilizados e retorno de capital aos acionistas.

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Como investir nesta oportunidade

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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