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O novo paradigma de preços das farmacêuticas: como os acordos de Trump sobre medicamentos podem transformar o investimento no setor da saúde

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Aimee Silverwood | Financial Analyst

6 min de leitura

Publicado em 12 de outubro de 2025

Com apoio de IA

Resumo

  1. MFN preços medicamentos reconfigura preços de medicamentos EUA, ampliando volatilidade e exigindo revisão do investimento farmacêutico.
  2. Empresas com fabricação doméstica ganham vantagem na indústria farmacêutica Estados Unidos; destaque para Eli Lilly ações e Merck ações.
  3. PBMs e redes integradas capturam volume e serviços, criando oportunidades em PBMs e CVS ações.
  4. Investidor brasileiro deve avaliar impacto dos acordos de Trump, câmbio USD/BRL e cadeia de suprimentos farmacêutica.

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O novo paradigma e o que muda para o investidor

Os acordos de preços promovidos pela administração Trump — a prática MFN, que vincula preços nos EUA aos menores praticados em países desenvolvidos — podem redistribuir valor dentro da cadeia farmacêutica. Vamos aos fatos: ao reduzir o chamado desconto cruzado que subsidiava mercados externos, a política tende a comprimir margens onde os preços eram historicamente mais altos. Isso significa reorganização de riscos e oportunidades para investidores, com vencedores previsíveis e perdedores evitáveis.

A questão que surge é: quem se beneficia? Em primeiro lugar, empresas com produção doméstica nos EUA ganham vantagem competitiva. Produção local reduz vulnerabilidade a tarifas, custos logísticos e disrupções de fornecimento. Exemplos práticos: companhias como Eli Lilly (LLY), que combinam forte capacidade produtiva nos EUA e portfólio de crônicos, estarão melhor posicionadas para resistir à pressão de preços.

Empresas integradas também podem tirar proveito. PBMs e redes de farmácias — pense em CVS (CVS) — podem capturar maior volume de prescrições quando preços ao paciente caírem, gerando receitas compensatórias via serviços e sinergias de cadeia. Por outro lado, fabricantes muito dependentes de margens premium nos EUA podem sofrer compressão de lucro, a menos que tenham pipelines com terapias inovadoras que preservem poder de precificação.

Como isso se traduz em estratégia de investimento

Investidores devem priorizar critérios claros: presença significativa nos EUA, diversificação de receita, eficiência operacional e exposição a serviços adjacentes (PBMs, distribuição, farmácias de varejo). A Merck (MRK), por exemplo, com pipeline robusto em oncologia e vacinas, exemplifica uma companhia que pode manter poder de mercado apesar de maior pressão por preços.

Estratégia prática: reavalie posições em empresas com produtos de margens estreitas e pouca diversificação; considere sobreposição em players integrados e empresas de manufatura contratada que podem ganhar contratos de reshoring. Para o investidor brasileiro, acrescente duas camadas: exposição cambial USD/BRL e implicações fiscais. Se você aloca R$100 mil em ações americanas com USD/BRL a 5,20, a volatilidade do câmbio pode amplificar ganhos e perdas quando convertido para reais. Além disso, ganhos no exterior são tributáveis no Brasil; consulte seu assessor tributário para o enquadramento correto e obrigações de declaração.

Riscos, cronograma e volatilidade

A transição será gradual e marcada por incerteza regulatória: ações judiciais, ajustes legislativos e cronogramas de implementação afetarão preços e resultados. Essa incerteza aumenta volatilidade — e cria oportunidades para investidores ágeis que tenham due diligence robusta e tolerância ao risco.

Riscos adicionais: expiração de patentes, resultados clínicos adversos e mudanças regulatórias locais e internacionais. Não há garantias de que uma empresa com fabricação local será imune; adaptação operacional e compliance serão diferenciais competitivos.

Onde olhar: setores e empresas

  • Produção doméstica e contract manufacturing: beneficiários naturais do reshoring.
  • PBMs e redes integradas: potencial de captura de volumes e serviços (ex.: CVS).
  • Big pharma com pipelines de alto impacto: preservam pricing power (ex.: LLY, MRK).

Conclusão e recomendações

A prática MFN pode reconfigurar lucros e fluxos de caixa no setor farmacêutico norte-americano. Para o investidor brasileiro, a seleção de ativos deve combinar análise da cadeia produtiva, exposição operacional nos EUA e avaliação do risco cambial e fiscal. A transição promete volatilidade — e oportunidades — para quem fizer homework com disciplina.

Isto não é aconselhamento financeiro. Consulte um assessor ou gestor antes de tomar decisões de investimento. Para uma visão mais ampla sobre o tema, leia O novo paradigma de preços das farmacêuticas: como os acordos de Trump sobre medicamentos podem transformar o investimento no setor da saúde.

Análise Detalhada

Mercado e Oportunidades

  • Valorização de empresas com capacidade de produção nos EUA devido à redução de riscos relacionados a tarifas e logística.
  • Aumento de volume de prescrições e melhor acesso dos pacientes podem beneficiar PBMs, farmácias de varejo e distribuidores.
  • Oportunidade para players da cadeia de suprimentos (armazenagem, distribuição e fabricação por contrato) que atendem instalações nos EUA.
  • Empresas com portfólios diversificados e terapias de alto impacto podem manter margens e capturar participação de mercado.
  • Criação de novos modelos de parceria entre fabricantes, distribuidores e provedores de saúde para otimizar custos sob o novo regime de preços.

Empresas-Chave

  • Eli Lilly and Company (LLY): Grande farmacêutica com forte capacidade de produção nos EUA; portfólio diversificado (diabetes, oncologia, imunologia) e presença doméstica que oferece vantagem quando margens se comprimem.
  • Merck & Co., Inc. (MRK): Empresa com pipeline robusto em oncologia e vacinas, escala global e experiência em programas governamentais; diversificação de receita e operações significativas nos EUA mitigam riscos de precificação.
  • CVS Health Corporation (CVS): Operadora integrada (PBM, farmácias de varejo e serviços de saúde) posicionada para capturar valor via aumento de volume e sinergias entre benefícios de farmácia e vendas no varejo.

Ver a carteira completa:Pharmaceutical Policy Shift Explained | Pricing Models

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Riscos Principais

  • Incerteza sobre implementação da política MFN e possíveis ações judiciais ou alterações legislativas.
  • Compressão de margens no mercado americano que historicamente subsidiou preços em outros países.
  • Risco de perdas por empresas dependentes de produtos com margens elevadas e pouca diversificação.
  • Exposição ao risco cambial para investidores brasileiros (USD/BRL) e impacto fiscal sobre ganhos internacionais.
  • Riscos tradicionais do setor: expiração de patentes, resultados clínicos adversos e mudanças regulatórias.

Catalisadores de Crescimento

  • Aceleração de produção doméstica e reshoring de capacidade industrial farmacêutica.
  • Acordos e parcerias entre fabricantes e distribuidores para otimização de custos e eficiência logística.
  • Adoção de modelos integrados por PBMs e redes de farmácias que aumentam penetração por meio de preços menores.
  • Clareza regulatória sobre o cronograma de implementação que reduz incerteza e atrai fluxos de investimento.
  • Desenvolvimento de terapias inovadoras (breakthroughs) que mantêm poder de precificação mesmo em ambiente mais regulado.

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Perguntas frequentes

Este artigo é material de marketing e não deve ser interpretado como recomendação de investimento. Nenhuma informação aqui apresentada deve ser considerada como orientação, sugestão, oferta ou solicitação para compra ou venda de qualquer produto financeiro, nem como aconselhamento financeiro, de investimento ou de negociação. Quaisquer referências a produtos financeiros específicos ou estratégias de investimento têm caráter meramente ilustrativo/educativo e podem ser alteradas sem aviso prévio. Cabe ao investidor avaliar qualquer investimento em potencial, analisar sua própria situação financeira e buscar orientação profissional independente. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Consulte nosso Aviso de riscos.

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