Onde estão as oportunidades
As oportunidades abrangem diversos segmentos: contratos EPC (engenharia, aquisição e construção) para obras civis e comissionamento; fornecedores de soluções de armazenamento e sistemas de gestão de energia; operadores de transporte marítimo especializados (navios metaneiros e TFDEs); e terminais de regaseificação e serviços auxiliares portuários.
Empresas como KBR, com histórico em grandes projetos de energia, podem disputar contratos EPC. Soluções de armazenamento, onde players como a Flux Power Holdings Inc (FLUX) atuam, tendem a ganhar relevância para garantir estabilidade de energia e backup em instalações críticas. Para investidores que preferem exposição indireta e diversificação, ETFs internacionais e ADRs de empresas EPC ou de logística são alternativas práticas. Um ETF amplo como o SPDR S&P 500 (SPY) também pode capturar o impacto macroeconômico de fluxos de investimento globais.
Para o investidor brasileiro, fundos temáticos de energia, ETFs internacionais e ADRs negociados nos EUA oferecem vias de acesso mais simples que participação direta em projetos africanos. Além disso, há lições comparativas com projetos domésticos — como os grandes empreendimentos de infraestrutura no pré-sal e gasodutos — no que tange a riscos de custo e cronograma.